segunda-feira, 1 de agosto de 2011

festa do "sétimo dia"

Neste sábado alguns amigos aqui da maison tiveram a feliz ideia de fazer uma festa para homenagear Amy. Eu devo confessar que não conhecia muito seu trabalho. A mídia nos sufoca tanto com informações que nunca prestei atenção nela a confundindo com Ladys Gagas, Britney Spears e por aí vai... Entretanto, sua morte e as instantâneas reações de tantos amigos me deixaram curiosa. Descobri então que, de fato, sua música é da melhor qualidade, mas, como dizia minha vó: tarde piaste! Agora só me resta apreciar o que ela deixou...

Conheci um pouco da sua história, quase nada é verdade, mas ela me fez pensar no quanto algumas pessoas carregam dores tão profundas, tão pesadas, verdadeiros fardos. Tenho a impressão que pessoas assim não têm controle nenhum sobre seu "carma", talvez ninguém tenha, contudo, em geral, a maioria se ajusta as normas. Aqueles que não se adequam parecem viver num tempo diferente, num outro ritmo. A vida parece pequena, o mundo sufocar... Talvez não por acaso, artistas de muito intensidade são, geralmente, acometidos deste "mal"... Não quero aqui teorizar sobre a genialidade, trata-se mais uma coleção de impressões já antigas sobre o tema. Um exemplo disto para mim é Paulo Leminski, não morreu tão jovem, mas também "se acabou", bebeu toda sua sede de não se sabe bem o que, terminou com cirrose e outros ais... Sua poesia, seus livros, até suas biografias, tudo é impetuoso. Confesso que quando vejo seus vídeos no YouTube penso comigo: eu não gostaria de conhecer este cara. Ele era arrogante, devia ser chato. Acho que ele me irritaria. Mesmo assim, quando olho para sua biografia, me parece claro: faz parte da sua obra! Elas se confundem, talvez a algumas pessoas seja dado viver artisticamente...Divagações...


Voltando à festa e a Amy, assim como sua personalidade causava controvérsia, sua morte não ficou para trás e dispararam os comentários carregados de juízos de valor com os quais nem valeria a pena gastar estas linhas... Ocorre porém, que também a idéia da nossa festa causou certo desconforto e sofreu ameaças de retalhação. Houve até, como os meninos disseram, uma tentativa de aplicar-se um AI-5! Resistimos a ele e sobrevivemos. Literalmente, pois a festa foi uma verdadeira maratona, todo mundo, todas as Amys e até mesmo a Sandy competiram para ver quem seria o último ente a parar de dançar. Dançamos, dançamos! Dancei muito, dancei toda minha crise, acordei no outro dia sem quase conseguir mexer o pescoço. Foi a melhor festa de sétimo dia que já fui!

Por falar em crise, agora é oficial: mês que vem eu volto! Tenho que fazer as malas, comprar souvenirs, tenho que escrever, tenho que viver, tenho que resolver meus incontáveis conflitos internos, tudo isso para arrumar outras tantas mudanças, partidas e conflitos!! Acho que vou explodir!! No meio deste turbilhão, agora pouco, peguei uma vélib e fui assistir ao concerto da minha "nova moda" Lail Arad, gratuito no "quartier d'éte" (mais um perfil da infinita infinita Paris), não conhecia a moça, mas já fiquei fã. Em momentos de crise a pergunta que ela se faz na música "Who Am I" é marcante!

Piscadelas frenéticas de uma dramática!


No começo...

Amys recebendo visitas

"Amylie psicodélica"

"Amys contra o AI-5"
Go Amys!!
"You are my ..." rsrsrs


Amys e Sandy para lá de não sei onde..

Reconhecendo o território...

Amy "mor" e seus fãs!

Amy mor

Amylie em fim de festa!

Keep on dancing!

Amys e Femme!!!

Sandy no meio das Amys


Sandy devassa!

Blonde Amy never stops until pt!


 Fim de festa!

2 comentários:

  1. Adorei o post, acho que vc foi bem cuidadosa com as fotos selecionadas, porque, haja bafão!!! rsrs... essas são as melhores!
    Foi uma festa incrível, me diverti horrores como não fazia a tempos. Muito obrigada pela companhia de vcs, me senti em casa. Grande beijo!

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  2. Maria é vc? Blonde Amy??? Se sim, vc estava ótema e vou seguir seu blog! Me fala! Beijos

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