duas vezes artista é o artista de rua, além da sua arte, quer boa ou não, quer convincente ou não, neste caso os "juízos de gosto" pouco importam..., todos eles praticam aquela de se viver de arte, talvez no sentido mais literal: o de se expor fazendo das vias públicas seu palco.
me é muito díficil recusar uma moeda que seja ao músico no mêtro, ao homem estátua da champs elysées, aos 'breakdancers' do arco do triunfo e por aí vai. eles tornam a passagem do meu dia as vezes mais bela, as vezes mais engraçada ou até bizarra e eu sempre penso que aquele que tem coragem de se entregar tão intimamente ao olhar alheio ao ponto de, muitas vezes, fazer disso seu ganha-pão merece meu dízimo!
muito me entristece saber que na bela ilha de santa catarina há uma lei municipal que proíbe este tipo de atividade ameançando com deportação aos estrangeiros que ousem violá-la: que medo do outro!
felizmente, por aqui estas manifestação são permitidas e é raro sair de casa sem se deparar com elas... voilá:



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